domingo, novembro 04, 2007
Meus olhos fechados.
terça-feira, outubro 23, 2007
Piano Bar
Silêncio. (ou "Tá com sede?")
sábado, outubro 20, 2007
Assim falou o Or(kut)áculo!
"Sorte de hoje: Pare de procurar eternamente; a felicidade está bem ao seu lado."
Rá! Jura?? Não brinca!
Eu pensei que a felicidade estivesse para lá do além-mar... nossa, que coisa!
sexta-feira, outubro 19, 2007
Dos tipos Humanos.
domingo, outubro 14, 2007
segunda-feira, outubro 01, 2007
Waking.
sexta-feira, setembro 28, 2007
Observações acerca de uma valsa e outros assuntos...
quinta-feira, setembro 27, 2007
Canção
quarta-feira, setembro 26, 2007
Aos trancos e barrancos.
Eu ando me sentindo culpada porque meus blogues estão abandonados. E eu sinto uma vontade enorme de postar, mas não tenho nada de realmente interessante pra dizer. Eu queria viajar e agora vou: Férias na Zoropa, ui ui! que chique. Mas meu tédio persiste. Será que existe mesmo alguma coisa que me satisfaça? eu nem sei mais... Eu continuo na mesma casa, no mesmo trabalho, tendo as mesmas decepções e as mesmas surpresas. Meu cabelo tá crescendo muito devagar...ele crescia tão rápido.. (ok, voltando ao assunto: foco, drinha, foco!). A vida continua a mesma, mesmo quando muda... e eu queria muito sentir aquele friozinho na barriga que acompanha as mudanças radicais... Mas pra quem a mudança já virou hábito, o que é que sobra? rotina, só rotina. Tomara que em Paris tudo seja lindo, e eu sinta a alma lavada, e paz de verdade. Porque essa paz de acomodação não me serve. Eu quero é me sentir fodona, e linda e segura de mim e forte. Agora, estou aqui, aos trancos e barrancos, nem feliz nem triste. Nem doce nem amarga. Alternando dias pares e ímpares, sem que haja mais diferença entre eles do que serem pares ou ímpares. quinta-feira, julho 19, 2007
Trouxildes!
Nossa, tava lembrando das nossas conversas filosóficas (pelo menos a gente achava que eram filosóficas!!) dos tempos do segundo grau.. aí eu me dei conta da quantidade de tempo que se passou desde a última vez em que conversamos de verdade. Eu nem me lembro quando foi... me deu uma certa melancolia de pensar nas pessoas que vão se afastando lentamente, sem que se perceba, e que um dia se dão conta de que já não são mais do que conhecidos... é incrível a distância enorme que existe entre o Gustavo da minha imaginação - que ainda hoje é tão meu amigo, porque foi forjado pela minha memória, com quem eu tinha liberdade para falar sobre qualquer coisa, até sobre a minha paixão louca e na época aparentemente irrealizável pelo Drão, quando eu fracassava terrivelmente em querer conter meu choro - e o Gustavo do mundo real, esse que é você de fato, com quem eu já há vários anos não travo diálogos mais longos do que cinco minutos compostos por piadas de ocasião. Prefiro o primeiro. Olho para o segundo e me sinto incomodada; não o reconheço, não consigo reuni-lo com a projeção mental que faço dele. Não consigo legitimá-lo enfim, embora seja muito mais verdadeiro do que o meu espectro particular.Sinto falta se sermos como éramos, se é que éramos do jeito que me recordo. O ser humano tem o estranho hábito de carregar as tintas de algumas lembranças, fazê-las muito mais significativas do que realmente foram quando ocorreram. Independentemente disso, merecidamente ou não, você hoje está no rol das pessoas por quem nutro um silencioso querer-bem. Eu espero que esteja bem, que esteja feliz. E que saiba que, ainda que apenas na minha imaginação, você opina sobre tudo o que me angustia. Exatamente como agora.
quarta-feira, julho 18, 2007
Ainda.
- Admitiria o que???
- A Bandeira!!! Está de cabeça para baixo!!!
(imagina o Marmud sendo degolado. Muito ódio.)
segunda-feira, julho 09, 2007
Marmud e os Símbolos Pátrios
Marmud é o motorista e faz-tudo aqui da Embaixada. Nao lê nem escreve, mas se vira que é uma beleza. É também o responsável pela troca das bandeiras. Adoro. Na verdade ele se chama Mohammadd, mas era muito complicado, então batizei de Marmud e ficou tudo certo. Enfim.-Tá não, madame, é assim mesmo!
-Não, Marmud, tá de cabeça para baixo!
- Então!
domingo, julho 01, 2007
A valsa das palavras
À noite, quando o quarto está escuro e as portas estão trancadas, as palavras dançam ao redor da cama. Vão e vem, flutuando ao pares, os passos marcados por uma inaudível melodia. Em diversos tamanhos e fontes e cores, as palavras se abraçam em frases inusitadas e belas, das quais me esqueço na manhã seguinte.
segunda-feira, junho 25, 2007
Desabafo
uhrrúúú!!!
Finalmente vou poder voltar a postar normalmente.
Ufa!
Daqui a pouco eu volto.
domingo, junho 24, 2007
Merda!!
sábado, junho 23, 2007
Público!
Tenho pensado em tornar o blog público. Dizer o meu nome, me expor, me apresentar. Não sei... acho que não tem mais muito sentido esconder o que é meu, ou quem eu sou. Se esses rascunhos são o que sou, Que Seja! Que caiam as máscaras, que venham os tapas, se tiverem que vir. E, se é raso, que seja, se é tolo, que seja, mas que seja honesto, que seja o retrato do meu dentro. terça-feira, junho 12, 2007
Eu te amo.

Quando eu decidi vir para Doha, tive muito medo. Tive medo de estar dando um passo maior do que a perna, de que não fosse agüentar o tranco, de que aqui a vida fosse ser um inferno. E tive medo de estar fazendo tudo isso por uma pessoa que talvez não merecesse. Tive medo de chegar aqui e tudo ser tão ruim a ponto de eu pensar que ele não vale o sacrifício. Que não é essa a vida que eu quero viver, e que se ele quer viver só essa vida, então não serve para mim.
E então, quando eu cheguei, foi tudo ao contrário.
Mas o mais interessante disso tudo, dessa vinda para cá, dessas mudanças todas na minha rotina, é ele. Porque não importa o quanto tudo mude, o que eu tenho com ele não muda. Ou talvez até mude, mas para outras formas igualmente deliciosas.
Porque, apesar das minhas inseguranças, e de todas as coisas que eu questionei - e questiono ainda, muitas vezes - eu sei que ele é o melhor amigo, o parceiro de todas as horas. E eu sei que posso optar pela vida sem ele, mas não seria tão divertido.
Sei das enormes distâncias que inevitavelmente nos acompanharão por toda a vida. Sei da falta que faz o colo constante e diário, que não sei se um dia terei. Sei que faz falta a risada noturna, a mão que segura a minha mão no caminho de casa. Sei a falta que faz na hora de trocar o pneu, de montar a estante. E é claro que eu queria ter tudo isso. Porque o que eu tenho, durante a maior parte do ano, é muito abstrato. Eu tenho, quando muito, uma hora da voz dele, falhada, confusa, cheia de ecos no computador. Tenho – e só às vezes, apenas - sua imagem travada na tela. E é muito complicado para mim não fazer parte da sua rotina. É muito difícil não conhecer os seus amigos, os nomes tão familiares para ele não significarem absolutamente nada para mim. E é muito triste também que ele conheça tão pouco os meus amigos, e só saiba deles o que eu conto. Nós já não dividimos mais uma vida, uma rotina. Porque hoje, o único ponto de intersecção nas nossas vidas é o que sentimos um pelo outro.
E eu estava com medo de que isso já não fosse suficiente, estava com medo de que fosse pouco demais para nos manter unidos. Estava com medo de chegar em Doha e me dar conta disso, e estar completamente só nessa terra estrangeira.
Mas eu não tinha razão para ter medo. Porque eu, estando aqui, olho para ele e constato que vir foi a melhor decisão que eu poderia ter tomado. Porque a cada vez que ele me abraça, como se fosse a pelúcia mais fofa do mundo, eu sei o que é me sentir amada, e o quanto isso é valioso. E é uma sensação singular a consciência de se estar feliz. E tem acontecido com uma freqüência assustadora. Normalmente, a gente só se dá conta de ter sido feliz quando a felicidade já passou. Não é o meu caso, agora. Tenho plena consciência do meu estado de felicidade, e muito embora eu saiba que ele não durará para sempre – porque é a condição humana, afinal – só o fato de o ter vivido já faz valer a pena eu estar aqui.
Porque eu dia eu vou me sentar na varanda da minha casa com meus netos e contar a eles que houve um tempo em que eu vivi no deserto e fui profundamente feliz.
segunda-feira, abril 30, 2007
Em tempo:
I don’t think time is a good healer. I just feel it helps us get used to things. Absences and presences.
And I agree.
Lady Delirium.

-Whats the word for when you realize you've forgotten what it feels like to make love to someone you really loved a long time ago?'
-There isn't.
(Diálogo entre Delirium e Dream, em Vidas Breves, acho. Talvez Fábulas e Reflexões.)
sexta-feira, abril 27, 2007
Samirah.
sexta-feira, março 30, 2007
Mocinha.

quinta-feira, março 29, 2007
...
Os lugares onde não fui
Os gostos que não provei
Meus verdes ainda não maduros
Os espaços que ainda procuro
Os amores que eu nunca encontrei
Benditas coisas que não sejam benditas
é desse jeito!
quarta-feira, março 28, 2007
A Minha Casa
terça-feira, março 27, 2007
Seu aniversário.
Espero que esteja bem, que esteja feliz, que goste da cidade nova, e que esteja confiante de que fez as escolhas certas.
Espero que tenha me perdoado, e que tenha se perdoado também.
Sempre me lembro do seu aniversário, porque é junto com o do Renato. Nunca passamos juntos o seu aniversário, e agora acho que nunca passaremos. Nunca estivemos tão distantes, na verdade. É estranho que a tanto tempo não nos falemos, e que você ainda faça tanta falta. Tem uma parte de mim que é só sua. E tem uma parte sua que é só minha. Você sabe. Você não foi o meu maior amor, mas seguramente foi especial. Sinto falta de não ter que explicar o que penso, e como penso. Sinto falta do jeito que você olhava - olhos de cão devorador. Às vezes ainda me pego pensando nas nossas últimas brigas, no conto da Cartomante. Tão dolorido tudo aquilo. Ainda dói. Você era um dos maiores amigos, como é que a gente pôde se ferir tanto? meus olhos ainda enchem d'água quando lembro. Tanta mágoa que veio depois, tanta deslealdade.. e ainda assim, não consigo ter raiva. tenho saudades, só. E um pouco de mágoa guardada por não ter entendido porque você fez tudo aquilo. Logo você, que eu entendia tão bem... Talvez a gente fosse igual em coisa demais, ou fosse diferente em coisa demais, não sei. Sinto falta de rir junto, ler poema junto, da sua cachorra latindo na porta do quarto. Às vezes queria que ainda fosse julho, que você ainda estivesse estudando cinema, e eu ainda estivesse no segundo semestre. Não para impedir tudo o que aconteceu depois, mas para aproveitar melhor o que ainda estava acontecendo. Não sei se seria melhor se tivesse sido diferente. Não sei se mudaria o rumo das coisas, se tivesse a chance. Não sei se a gente seria mais feliz estando juntos hoje. Mas sinto falta daquele tempo. Se eu tivesse que escolher um mês só para mim, um mês de minha predileção, seria julho. Sempre acontecem coisa boas em julho. A gente foi tão feliz em julho, e vieram outros julhos muito bons também, depois. Mas agora é março, e março nunca é um mês muito legal.
Feliz aniversário pra você, meu querido.
...
quarta-feira, março 14, 2007
terça-feira, março 13, 2007
Os Gritos
Houve um tempo na minha vida em que eu achava que escrevia muito bem. Bom, este tempo passou. Hoje, eu continuo escrevendo muito mais para não desabar do que por acreditar que tenho algo de novo a dizer. Não tenho um texto de vanguarda, não sou capaz de grandes metáforas e minhas análises são tão profundas quanto um prato de sopa. Na verdade, minha relação com este blog é bastante confusa. Eu gosto dele, mas o acho perfeitamente dispensável. Ninguém faz muita questão de acompanhar minhas elucubrações solitárias.
And still, I keep writting. Why?
Por que divulgar na internet trechos de livros que todo mundo conhece, músicas que todo mundo ouve? Se um blog é na verdade uma coisa assim tão pessoal, por que lançá-lo no maior canal público do mundo? Por que não manter um singelo diário com cadeado em forma de coração, escondido no fundo da gaveta de calcinhas, como provavelmente nossas avós faziam? Simples, meu caro Watson... O que a gente quer, mesmo mesmo mesmo, é estar presente no mundo. A gente quer gritar do que a gente gosta, o que a gente sente, o que nos agrada ou irrita, que é pra ver se alguém repara. Quer é dar sinais ao mundo de que a gente existe, quer urrar desesperadamente que a gente não é só mais um no meio da massa. Porque a gente quer acreditar, a gente precisa acreditar, que há algo que nos é inerente e único, e que nos torna especiais, mesmo que talvez na verdade não haja.
Todo mundo quer se sentir diferente, quer fazer a diferença, só que o problema é que ninguém tá nem aí pra ninguém, se tá feliz ou triste, se é inteligente ou burro. Então a gente vai ficando assim, cada vez mais carente e cada vez mais rouco de tanto gritar o próprio nome, os próprios feitos. E como todo mundo grita ao mesmo tempo, ninguém ouve ninguém. As pessoas vão se isolando nesse universo de sons e vozes misturadas e ininteligíveis, e se perguntando atônitas porque é que, afinal, a sua voz não soa mais alta que as dos demais.
Um blog é uma garganta, e cada post é um grito: "REPARE EM MIM. EU SOU INTERESSANTE". Muitas vezes nem nos damos conta da quantidade de coisas que fazemos/dizemos/escrevemos simplesmente porque precisamos ser notados.E é justamente por isso que o mundo bloguístico é tão fascinante: sempre há possibilidade – remota, porém concreta – de alguém por acaso descobrir o seu blog e o achar interessante. De alguém que você nunca viu na vida reparar em você. E, pra esse alguém, você fazer diferença.
quinta-feira, março 08, 2007
o tamanho da minha megalomania
2037
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
Um pedaço de Tabacaria
Neruda
porque estás como ausente,
y me oyes desde lejos, y mi voz no te toca.
Parece que los ojos se te hubieran volado y parece
que un beso te cerrara la boca.
Como todas las cosas están llenas de mi alma emerges de las cosas, llena del alma mía.
Mariposa de sueño, te pareces a mi alma,
y te pareces a la palabra melancolía.
Me gustas cuando callas y estás como distante.
Y estás como quejándote, mariposa en arrullo.
Y me oyes desde lejos, y mi voz no te alcanza: déjame que me calle con el silencio tuyo.
Déjame que te hable también con tu silencio claro como
una lámpara, simple como un anillo.
Eres como la noche, callada y constelada.
Tu silencio es de estrella, tan lejano y sencillo.
Me gustas cuando callas porque estás como ausente.
Distante y dolorosa como si hubieras muerto.
Una palabra entonces, una sonrisa bastan.
Y estoy alegre, alegre de que no sea cierto.
back
Tô na fossa.
quarta-feira, dezembro 13, 2006
terça-feira, dezembro 05, 2006
sexta-feira, novembro 24, 2006
O Meu Amor
O meu amor tem um jeito manso que é só seuE que me deixa louca quando me beija a boca
A minha pele toda fica arrepiada
E me beija com calma e fundo
Até minh'alma se sentir beijada
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos, viola os meus ouvidos
Com tantos segredos lindos e indecentes
Depois brinca comigo, ri do meu umbigo
E me crava os dentes
(...)
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
De me deixar maluca quando me roça a nuca
E quase me machuca com a barba mal feita
E de pousar as coxas entre as minhas coxas
Quando ele se deita
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
De me fazer rodeios, de me beijar os seios
Me beijar o ventre e me deixar em brasa
Desfruta do meu corpo como se o meu corpo
Fosse a sua casa
(...)
Chico Buarque
ai, ai... saudades do Drão.
segunda-feira, novembro 20, 2006
Alegria de Pobre
Eu não sabia que o carro tem que fazer uma tal de "revisão". E eu definitivamente não sabia que essa tal de revisão era tããooo cara. Mas, verdade seja dita, o Juraílso tá precisando mesmo de uma güaribada... Também, depois de tantas pancadas, é natural, né.. Ainda bem que o namorido vai, as always, ajudar, porque os retroativos foram todos para pagar uma fatura que a Claro resolveu me mandar bem assim, no dia VINTE do mês (não sem antes, é Claro - como o próprio nome diz - bloquear meu telefone).
Parece de propósito, -hunf.
Mas a parte boa da coisa toda é que daqui a 25 dias o queridinho estará de volta, e o tempo está voaaaaannndo, o que é ótimo para quem está quase morta de tanta saudade como eu...
terça-feira, novembro 14, 2006
A Costa do Sauípe, as Emas e outras notícias

Então... tá tudo tão corrido que eu nem tenho tido tempo de postar, mas enfim. Tâmo na área.
Eu fui para o Rio no começo do mês passado a trabalho e até hoje o governo não me pagou as diárias, como também não pagou os retroativos a que tenho direito e que deveriam ter sido pagos na sexta-feira. Odeio tomar cano do governo federal. Pelo menos eu tava no Rio, que é, afinal de contas, o Rio. (*eu sou pobre, pobre, pobre, do merré, merré merré*)
Finalmente eu resolvi levar a sério essa joça de passar no Rio Branco e estou estudando de verdade, bem bonitinha, que 2008 ta aí. (2007 só se todos os anjos e santos do céu resolverem implorar em uníssono ao bom Senhor Deus, amém.) Mas o que importa é que pelo menos dessa vez eu tô fazendo a minha parte, o que é meio caminho andado.
O namorado tá tão fofo, se comportando tão direitinho, vocês precisam ver. Tá uma gracinha. Em janeiro a gente vai viajar para a Costa do Sauípe (*risinho MUITO feliz*), mas o mais legal de tudo é que dia 16 de Dezembro ele já chega ao Brasil (*fogos de artifício ao fundo, trilha sonora romântica*). Vai ser tãããõooo lindo! Tô com tantas saudades dele, vocês sabem.
Eu tenho me sentido bem mais alegrinha ultimamente (o terapeuta é um milagreiro!!), acho que porque eu tô ganhando mais confiança que vai ficar tudo bem entre eu e o Drão. Eu ainda tenho a insônia, mas as tristezas do nada são cada vez mais raras. E também aquela neura de não querer descer do carro tá passando.
O trabalho tá cada vez mais infernal, tenho saído muito depois do horário, mas acredito que seja o fenômeno "fim de ano", e que quando eu voltar de férias tudo esteja mais calminho novamente.
Bem, por hoje é só pessoal!!
P.s.: Eu queria deixar um agradecimento especial para as Emas, porque desde julho elas têm sido verdadeiros anjos da guarda para mim. Love you all, girls.
terça-feira, outubro 31, 2006
Sim, eu sei.

segunda-feira, outubro 02, 2006
Seus olhos.

quarta-feira, setembro 27, 2006
Cinza.

sexta-feira, setembro 22, 2006
segunda-feira, setembro 18, 2006
Tem dias

Tem dias que tudo é fácil e colorido, e eu penso que poderia passar o resto da vida sem você, e ser muito feliz.
Tem dias em que tudo é normal e em tons pastel, e eu penso que poderia passar o resto da vida sem você ser ser infeliz.
Tem dias em que tudo é dificil e cinza, e eu penso que nunca conseguiria passar o resto da vida sem você, e seria muito infeliz.
Tem dias que eu penso que com o passar do tempo você se tornará apenas mais um, entre aqueles que passaram pela minha vida. E tem dias que eu penso que depois de você, os outros serão só "os outros".
Eu te amo e te odeio por você ter sempre sido tão bacana, tão protetor. Eu até posso ser muito dependente, mas a culpa é tão sua quanto minha... enfim.. não há mesmo propósito em ficar procurando culpados depois que tudo acabou. Acabou por minha culpa. Por sua culpa também. Nunca te senti tão distante... você verdadeiramente está longe, muito longe... e é péssimo sentir isso. Tenho a impressão de que você não sente a minha falta, você não parece sentir a minha falta. Você parece estar muito bem, na verdade. Não sei se devo confiar nas aparências, afinal você aparentava estar muito feliz comigo, quando não estava.
Não te conheço mais. O que é que está acontecendo, afinal?
Hoje o dia está cinza. Cor de chumbo. E está pesando tanto quanto chumbo a ausência do seu querer. Porque não consigo entender ou concordar com você?? porque meu equilíbrio anda oscilando tanto? e nenhum suporte é o bastante... Você faz falta demais, demais...e eu me sinto perdida.
Será que eu sempre fui um peso para você?
Será que desde o começo você já pensava em me deixar?
Será que você sempre esteve comigo por pena, e não por amor?
Será que é mesmo tudo culpa minha?
Será mesmo que tudo isso vale a pena?
não sei... não sei...
domingo, setembro 17, 2006
Difícil
segunda-feira, setembro 04, 2006
Relembrar a música tema do blog!
tente ver as coisas de um modo diferente
tente outra cor
e se não for amor
outro tipo de gente
tente ver além
do que você já tem à sua frente
tente um mundo novo
uma nova era
tudo pode estar te esperando
tudo pode estar
onde menos se espera
tente a todo instante
só o que manda o instinto
tente refrigerante
vinho branco e vinho tinto
tente ser Brasil
de um povo Heróico
um brado retumbante
tente o mundo todo
tente todo mundo
ninguém vai ficar te esperando
tudo pode estar
onde menos se espera
tente outra coisa
tente ver as coisas de um modo diferente
por cima do muro
por baixo dos panos
tente outra vez
o que você já fez de um modo diferente
tente um mundo novo
uma nova era
tudo pode mudar
tudo pode estar
onde menos se espera
tudo pode mudar
tudo pode estar
onde menos se espera
tudo pode mudar
tudo pode pintar
de quem menos se espera
numa noite de inverno
tarde de outono
ou manhã de primavera
tudo pode virar
pode ser verão
quando menos se espera...
(Onde menos se espera - H G)
sexta-feira, setembro 01, 2006
Sobre a verdade.
segunda-feira, agosto 21, 2006
Sobre os sonhos..
domingo, agosto 20, 2006
terça-feira, agosto 15, 2006
O melhor presente!

É, meus amigos, com esse não dá para competir. Último fim de semana ganhei de aniversário o direito de conhecer o Humberto Gessinger (sim, ele mesmo, o mais lindo de todos os tempos. Mais lindo que o Ballack.) , bater fotos, dar beijinho, conversar. E foi indescritivelmente MASSA. Nem consigo contar direito como foi, mas foi lindo. Só posso dizer que ele é graaande, enorme. E, eternizando a frase que virou piada interna " Ele parece um Hooligan inglês, e rosa! ", devo dizer que, de fato, ele é verdadeiramente rosa. Como um porquinho, mas daqueles bonitinhos, rosinhas... e que olhos, meu deus, que olhos. Pena que quem me chamou para ir beber depois do show foi o Pedro Augusto, o tecladista, que apesar de bonitinho, não é o Humberto, então não é suficientemente bom para merecer minha companhia!! (brincadeirinha, gente, brincadeirinha!!) Mas, enfim, tudo o que importa é que eu conheci o homem mais completo de todos os tempos (quesitos considerados: beleza + inteligência + simpatia + espirituosidade + músicalidade + cheiro), e esse foi o presente mais legal que eu já ganhei!!
sexta-feira, agosto 11, 2006
Inferno astral é uma merda

quarta-feira, agosto 09, 2006
Notícias não tão frescas assim
- Agora eu tenho uma casinha de verdade, linda, só minha!
- Eu vou oficialmente para o inferno, porque xinguei uma freira e isso Deus não há de perdoar.
- Meu antigo setor delicadamente pediu que eu fosse para a pqp, e por isso agora eu trabalho (e não é que tem mesmo trabalho?!!!) no Departamento Cultural, que é muito mais legal e tem muito mais a ver comigo. (Fora a mulher que não cala a boca um segundo e que me enerva profundamente.)
- Estou gastando o dinheiro que tenho e o que não tenho num tratamento dentário elaborado pelo demônio em pessoa, porque não tem outra explicação para alguém sofrer na mão de um dentista que, eu tenho certeza, é sádico. É por isso que eu odeio essa categoria de indivíduos que ganham dinheiro com o sofrimento alheio. É desumano, minha gente, é desumano.
sexta-feira, julho 28, 2006
quinta-feira, julho 13, 2006
terça-feira, julho 11, 2006
terça-feira, julho 04, 2006
sobre a Copa.
domingo, junho 25, 2006
O que acontece?
domingo, junho 18, 2006
lições do século XVI

quinta-feira, junho 15, 2006
Agora eu vou falar
Porque tem muito mais gente de bem nesse país do que bandido. E se as coisas estão do jeito que estão, é por OMISSÃO das pessoas de bem. Nós, os honestos, os trabalhadores, somos a maioria. E NÓS estamos nos acuando diante dessa minoria, que até pode ser perversa e audaciosa, mas que só tem em nosso país o espaço que damos a ela. A criminalidade – em todos os seus aspectos, na rua e na política – cresce à exata medida em que “deixamos barato”, em que “deixamos passar”, em que achamos que “o negócio é votar no menos pior, porque todo político é ladrão mesmo”, que “não compensa prestar queixa”, que “o importante é que ninguém saiu ferido do assalto”. Enquanto a gente vai se acostumando ao crime, o crime vai se acostumando ao poder, e fica cada vez mais difícil consertar as coisas. Enquanto a nossa revolta durar apenas o tempo do noticiário nada mudará. Indignação resignada de nada serve, porque não é força motivadora, não provoca mudança. A gente tem se calado diante de coisa demais. Nenhum de nós se sente representado pelos políticos que elegemos, mas simplesmente continuamos a elegê-los porque julgamos não ter outras escolhas.
Talvez a verdade seja que nós temos preguiça de fazer a nossa parte, e acabamos sempre esperando que outro a faça, e acaba que ninguém faz nada. E como ninguém faz nada, a gente prefere se acostumar a uma situação cada vez pior a ter que ter o trabalho de fazer o que nós comodamente julgamos ser obrigação de outro.
E isso me lembra uma propaganda que circulou em um canal de TV a alguns anos atrás, que dizia que “a culpa pode até não ser sua, mas a responsabilidade é.”
P.s.: Um país para o qual a Copa do Mundo é um evento mais importante que as eleições presidenciais só poderia ser o que é, mesmo: um bando de pentacampeões famintos e pessimamente governados.
sábado, junho 10, 2006
O Teatro dos Sonhos 1
E quando acordei, você estava ao meu lado.
Eu te olhava com mil interrogações.
Mas você me abraçava apenas
e dizia que tinha voltado.
sexta-feira, junho 09, 2006
Noturno
quarta-feira, junho 07, 2006
Enquanto uns ofendem, outros galanteiam















